Ajudando a pôr o pé no estribo?
Milhões de pessoas ingerem suplementos de antioxidantes tais como as vitaminas A e E, e betacaroteno. Ao analisar dezenas de estudos anteriores, especialistas da Universidade de Copenhagen sugerem que estas substâncias aparentemente, ao contrário do que se espera delas, aumentam, e não diminuem, o risco de morte.
Leia a notícia completa aqui.
Quarta-feira, Fevereiro 28, 2007
Marcadores:
Copenhagen,
vitaminas
Terça-feira, Fevereiro 27, 2007
Segunda-feira, Fevereiro 26, 2007
O Fim da Poesia?
"De quantas artes já tiveram um estatuto melhor e um público maior, nenhuma parece ter caído tanto quanto a poesia e isso, paradoxalmente, durante o século 20, quando surgiram não somente algumas das vozes mais memoráveis que o Ocidente produziu, mas também tradições anteriormente ignoradas se apresentaram, através da tradução, a um público que, pela primeira vez na história, prometia se tornar universal.
"É possível reverter essa queda e tornar a poesia novamente importante e popular? Por sorte, o futuro a deus pertence e as tendências que abriga não são facilmente desvendáveis. Muito depende do empenho dos próprios poetas, naturalmente, de sua capacidade de reconhecer que sua arte, se bem que nutra inúmeras outras, talvez esteja beirando a extinção. O papel do público, porém, não pode ser ignorado e tudo, no último século, aponta para consumidores cada vez mais preguiçosos, cada vez mais sequiosos de um prazer fácil, repetitivo e que não envolva maiores esforços. Como convencer um público sedado por uma satisfação pré-digerida de que há, sim, prazeres maiores, mas que desfrutá-los requer trabalho, empenho e suor?"
Do artigo de Nelson Ascher, na Folha de hoje.
"De quantas artes já tiveram um estatuto melhor e um público maior, nenhuma parece ter caído tanto quanto a poesia e isso, paradoxalmente, durante o século 20, quando surgiram não somente algumas das vozes mais memoráveis que o Ocidente produziu, mas também tradições anteriormente ignoradas se apresentaram, através da tradução, a um público que, pela primeira vez na história, prometia se tornar universal.
"É possível reverter essa queda e tornar a poesia novamente importante e popular? Por sorte, o futuro a deus pertence e as tendências que abriga não são facilmente desvendáveis. Muito depende do empenho dos próprios poetas, naturalmente, de sua capacidade de reconhecer que sua arte, se bem que nutra inúmeras outras, talvez esteja beirando a extinção. O papel do público, porém, não pode ser ignorado e tudo, no último século, aponta para consumidores cada vez mais preguiçosos, cada vez mais sequiosos de um prazer fácil, repetitivo e que não envolva maiores esforços. Como convencer um público sedado por uma satisfação pré-digerida de que há, sim, prazeres maiores, mas que desfrutá-los requer trabalho, empenho e suor?"
Do artigo de Nelson Ascher, na Folha de hoje.
Marcadores:
folha,
nelson ascher,
poesia
cai nessa conversa de atualizar o modelo do blogue e sumiram todos os meus links - menos dois.
ó dia, ó vida, ó azar.
ó dia, ó vida, ó azar.
Rilke Shake
Leio na Folha que a Angélica Freitas lançou um livro de poesia.
Segundo o texto de Joca Reiners Terron, ela "é uma poeta que sofre da mesma urgência que Leminski e Cacaso. Refiro-me, claro, à urgência do dizer, e não à de desaparecer precocemente. "Rilke Shake", seu livro de estréia, traz desde o nome uma ironia iconoclasta frente aos mestres da poesia que se estende a Mallarmé ("você sabe quantas pessoas morrem por ano/ em acidentes com o mallarmé?") e a outros ("vamos nos livrar de ezra pound?/ vamos nos livrar de marianne moore?").
"Com predileção pela série de poemas (e não o verso ou o poema isolado que lhe sirva de base narrativa), Angélica lembra a poeta portuguesa Adília Lopes e flerta com a popularidade. Quem sabe não seja ela a permitir ao público reconhecer um poeta à primeira vista? Aposto que isso vai dar em paixão."
Leio na Folha que a Angélica Freitas lançou um livro de poesia.
Segundo o texto de Joca Reiners Terron, ela "é uma poeta que sofre da mesma urgência que Leminski e Cacaso. Refiro-me, claro, à urgência do dizer, e não à de desaparecer precocemente. "Rilke Shake", seu livro de estréia, traz desde o nome uma ironia iconoclasta frente aos mestres da poesia que se estende a Mallarmé ("você sabe quantas pessoas morrem por ano/ em acidentes com o mallarmé?") e a outros ("vamos nos livrar de ezra pound?/ vamos nos livrar de marianne moore?").
"Com predileção pela série de poemas (e não o verso ou o poema isolado que lhe sirva de base narrativa), Angélica lembra a poeta portuguesa Adília Lopes e flerta com a popularidade. Quem sabe não seja ela a permitir ao público reconhecer um poeta à primeira vista? Aposto que isso vai dar em paixão."
Marcadores:
angélica freitas,
poesia,
rilke shake
Sexta-feira, Fevereiro 16, 2007

Álbum Branco acústico
Depois de uma certa decepção ouvindo Love, meu queixo caiu com essas gravações acústicas que antecederam o White Album.
Também conhecido como "The Kinfaun-Session"
ou "The Beatles: Unplugged", dependendo da fonte, o registro traz esboços de canções que entrariam no álbum branco nas vozes e violões de John, Paul e George - também rolam teclados e alguma percussão.
Eu, que não esperava ouvir mais nada de "novo" dos caras, fiquei estupefato ouvindo coisas como "Back in the USSR", "Dear Prudence", "Yer Blues", "Revolution" e "Helter Skelter" (que dura cerca de um minuto), somente no violão, com todo o frescor que pode existir numa versão demo.
Saiba mais sobre as tais gravações no onisciente SenhorF.
Depois de uma certa decepção ouvindo Love, meu queixo caiu com essas gravações acústicas que antecederam o White Album.
Também conhecido como "The Kinfaun-Session"
ou "The Beatles: Unplugged", dependendo da fonte, o registro traz esboços de canções que entrariam no álbum branco nas vozes e violões de John, Paul e George - também rolam teclados e alguma percussão.
Eu, que não esperava ouvir mais nada de "novo" dos caras, fiquei estupefato ouvindo coisas como "Back in the USSR", "Dear Prudence", "Yer Blues", "Revolution" e "Helter Skelter" (que dura cerca de um minuto), somente no violão, com todo o frescor que pode existir numa versão demo.
Saiba mais sobre as tais gravações no onisciente SenhorF.
Marcadores:
beatles,
senhorf,
unplugged,
white album
Terça-feira, Fevereiro 13, 2007

All you need is love
Ouvi algumas vezes o "novo" disco dos Beatles, batizado muito a propósito de Love.
Ele é a trilha do mais recente espetáculo do Cirque du Soleil e resultou do trabalho conjunto de George Martin e seu filho Giles, que picotaram e remixaram 130 músicas dos quatro fabulosos para criar as 26 faixas do CD.
Love é fruto da amizade de George Harrison e Guy Laliberté, fundador do circo.
Honestamente, fiquei muito animado quando soube que o velho Martin (um dos tantos "quinto beatle") iria fazer essa colagem sonora.
Contudo, acredito que a trilha deva funcionar perfeitamente com as acrobacias do circo, pois ouvi-lo como uma obra independente é mera curiosidade, que talvez sirva para evangelizar uma nova geração de ouvintes.
A trilha chega a surpreender em alguns momentos, mas vale muito mais ouvir as originais.
Marcadores:
beatles,
cirque du soleil,
george harrison,
george martin,
guy laliberté,
love
Segunda-feira, Fevereiro 12, 2007
Acabou a busca: Como Jogar Quatrilho
Se expressões como "valete", "vinte e cinco", "refugar", "acusar", "fora me chamo" e "dar onze" fazem parte do seu vocabulário, esta novidade é para você.
Sérgio Brun, de Bituruna (PR), acaba de me enviar "Como Jogar Quatrilho", livro de sua autoria.
A obra explica as origens do jogo, que teria sido incentivado por Napoleão Bonaparte, e aborda suas regras, em detalhes.
Com a publicação, Brun presta um grande serviço a uma comunidade acostumada a se divertir com baralho espanhol.
Os interessados no livro devem entrar em contato com Brun por meio do e-mail sergiobrun13@hotmail.com
Se expressões como "valete", "vinte e cinco", "refugar", "acusar", "fora me chamo" e "dar onze" fazem parte do seu vocabulário, esta novidade é para você.
Sérgio Brun, de Bituruna (PR), acaba de me enviar "Como Jogar Quatrilho", livro de sua autoria.
A obra explica as origens do jogo, que teria sido incentivado por Napoleão Bonaparte, e aborda suas regras, em detalhes.
Com a publicação, Brun presta um grande serviço a uma comunidade acostumada a se divertir com baralho espanhol.
Os interessados no livro devem entrar em contato com Brun por meio do e-mail sergiobrun13@hotmail.com
Marcadores:
baralho espanhol,
Bituruna,
quatrilho
