Terça-feira, Outubro 25, 2005

toda vez que começa um horário de verão - apesar de a tarde ter uma hora a mais de sol - sempre penso como é característico desses nossos governos jogar no colo do cidadão - aquela gente como você & eu que é chamada dessa forma na hora de pagar impostos e de pegar o touro pelos chifres - a solução de sua incompetência, nesse caso o da geração de energia.
e todo o mundo acha o máximo chegar em casa ainda tendo luz - artigo claramente em falta entre esses politicalhos.

Domingo, Outubro 23, 2005

O melhor sanduíche do mundo

Espanglês não é um filme dos mais notáveis, mas é bonzinho.
Entre os bônus do DVD está a receita do tal melhor sanduba do mundo.
Quem quiser arriscar, a receita é esta:

Sanduíche de bacon, tomate, alface, ovo frito e queijo

Ingredientes:
3 a 4 fatias de bacon
2 fatias de queijo Monterey Jack
2 torradas de Pain de Campagne (pão rústico)
1 colher de sopa de maionese
4 fatias de tomate
2 folhas de alface
1 colher de sopa de manteiga
1 ovo

Frite o bacon até dourar, escorra em papel toalha e reserve.
Coloque as fatias de queijo numa fatia do pão torrado e coloque no forno
ou numa grelha para derreter o queijo.
Passe maionese na outra fatia de pão, cubra com o bacon, o tomate fatiado
e a alface.
Numa frigideira antiaderente, derreta a manteiga em fogo médio.
Frite o ovo, virando rapidamente quando o fundo estiver duro (deixe a gema mole!).
Coloque o ovo frito sobre a alface.
Cubra com a outra fatia, com o queijo derretido embaixo.
Coloque o sanduíche num prato e corte ao meio, deixando a gema escorrer.

Quarta-feira, Outubro 19, 2005

lá pelas tantas menos um quarto, deu vontade de ouvir "sexy sadie".
bufei um tanto, mas consegui montar o velho ss-9000, da national, e ouvir todo o álbum branco em vinil.
e dizer que comprei esse disco em 1982 - será que um cd dura tanto?
tirando alguns arranhões, o som está perfeito.
é a coisa ideal para desopilar ouvidos acostumados a mp3 chinfrins.


sob a cabeça paira um sol verde raro
"E todo mundo explica tudo
Como a luz acende
como um avião pode voar"

III

Cuánto extraño las veladas que no suceden
Que están perdidas en la próxima hora;
esa que llega nunca

Cómo extraño la palabra oportuna confundiéndose en el ruido del silencio
la risa contagiosa, la carcajada sin sentido
Las luces del amanecer que nunca fueron para nosotros,
Y el humor de la madrugada compartida
La mirada transparente y confiable,
una boca pequeñita para repasar en las noches

Y crecer contigo aunque me tenga que poner en puntas de pies.

Cómo extraño no extrañarte porque no te encuentro
en esa punzada cómplice del estómago
en los muchos argumentos para no decir nunca
o siempre.

Cómo te extraño desde la punta de los dedos de mis manos
hasta el último resquicio de insensatez
de mi vida sensata y ordenada

Por qué me convertí en madre postiza,
adormecida en el cansancio,
ciega en ceguera blanca, de atrofiado olfato,
estúpida por la fuerza de la costumbre.

Sola, sosteniendo con todas las fuerzas el último aliento
Ese que mezclándose en rabia, crece y me domina.
La rabia como último argumento como punto final
Para un final que no tuvo principio.

Publicado a pedido da autora, Maria Eugenia

Terça-feira, Outubro 04, 2005

Minhas contribuições a este recanto são cada vez menores, ainda mais depois que descobri que só precisei parar de escrever para que o contador de visitas registrasse maior freqüência, contudo, achei por bem, em referência a isso, aquilo e outras coisas, publicar este poema.

Lâmina de Petélia

À Esquerda encontrarás da casa de Hades

uma fonte e a seu lado alvo cipreste.

Não te aproximes dessa, que outra fonte

acharás junto ao Lago da Memória,

de água corrente e fresca, e diante dela

postar-se-ão Guardiães. Dizei: “Eu sou

filho da Terra e do Estrelado Céu.

Minha origem contudo é o Céu (apenas)

E disso vós sabeis. Olhai porém:

Seca-me a sede e estou a sucumbir.

Dai-me depressa, pois, essa água fresca

Que deriva do Lago da Memória”.

E dar-te-ão a beber da Fonte santa,

E depois disso tu serás senhor

entre os demais Heróis.


A Lâmina de Petélia foi encontrada enrolada dentro de um cilindro preso por uma correntinha de ouro à mão de um esqueleto, datando do século III ou IV a.C. Tradução de Péricles Eugênio da Silva Ramos

Segunda-feira, Outubro 03, 2005

Extraños, ajenos,
caóticos y desesperantes

Quisiera ser como la muerte misma
huyendo con la noche y el día
ocultos en un mismo saco
para colgarlos del árbol más alto

Y matar mis ojos luego,
para mirarlos desde la cuenca
donde vivían ciegos
saber ahora, si lejos de mi
tienen la luz que tanto tiempo
rehusaron.

Quisiera gritar al borde de la misma locura
de la estridente sordera de lo inexistente
con la boca bien abierta, sin mesura
que no siento, no veo, y no deseo

Volver sobre mis pasos, luego
escapar al tiempo;
con el corazón, ese músculo traicionero
muerto.

Maria Eugenia, velha companheira d'armas do neopoesia